O AUMENTO NO NÚMERO DE EMPRESAS QUE LOCAM CONDOMÍN

Confira matéria completa no link abaixo, pg 11:

http://www.painellogistico.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Revista-Painel-logistico-Edicao-Set-Out-2017-n28.pdf

“O AUMENTO NO NÚMERO DE EMPRESAS QUE LOCAM CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS NÃO É OBRA DO ACASO”
A afirmação é do gestor executivo Comercial da LOGCP, Guilherme Gramiscelli Trotta. Em entrevista exclusiva para a Revista Painel Logístico, além de trazer um interessante panorama do mercado, o executivo aponta os motivos que tornam locação a melhor saída para as empresas que não pretendem imobilizar capital e os diferenciais da LOGCP. Foi nos anos 90 que foram instalados no Brasil os primeiros condomínios logísticos. A proposta à época não é muito diferente da realidade de hoje: contornar ou amenizar os gargalos logísticos que dilatam os custos com operações de transporte e de armazenagem. A modalidade imobiliária e suas ofertas de lotes oferecem áreas destinadas à armazenagem e operações logísticas para empresas de diferentes segmentos da indústria, que se buscam galpões adequados às suas operações e que optam pela locação da infraestrutura com despesas comuns divididas.

É fato que a demanda por espaços sempre existiu, mas o interesse por locações de galpões no país cresceu exponencialmente somente depois de 2005 - trazendo, então, maturidade para o mercado. Foi quando as empresas passaram a assimilar melhor, também, as reais vantagens de se alugar um espaço em um condomínio, ao invés de manter galpões próprios. Empresas de logística, importantes terceiros da distribuição de mercadorias, foram co-responsáveis pelo avanço deste nicho do mercado imobiliário. Mas foram fatores, tais como, flexibilidade de ocupação, segurança e o atendimento das necessidades das companhias que buscavam espaços menores, que realmente impulsionaram o crescimento da modalidade. Apesar de considerado por especialistas um mercado “extremamente interessante”, e que cresceu muito nos últimos anos, segundo dados da Buildings, empresa especializada em pesquisa imobiliária corporativa (e que detém hoje o maior banco de dados imobiliário nacional), o mercado de condomínios logísticos vive um momento de baixa, “resguardada as devidas proporções que são balizadas pela situação econômica e política do Brasil”. Contudo, há quem venha performando muito bem mesmo em meio ao atual cenário político e econômico, e justificando a expectativa de equilíbrio e consequente evolução do mercado, para mais metros quadrados com boa qualidade, esperada para 2018. É o caso da LOG Commercial Properties, empresa do grupo MRV Engenharia. Atuante na incorporação, construção e locação de propriedades comerciais (condomínios logísticos, loteamentos industriais, shopping center´s e strip mall´s), está presente em 25 cidades de nove estados brasileiros (Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe) com um portfólio superior a 1,6 milhões de m², com projeção de atuação em âmbito nacional. A LOGCP registrou em 2016 uma vacância de 13,5% (total de área vaga sobre o total de área locável do país), número bem abaixo do desempenho médio nacional. A ocupação de áreas em condomínios logísticos e industriais no Brasil mostrou-se ociosa no ano passado, de acordo com relatório da Buildings, com 25% de vacância . Em entrevista para a Revista Painel Logístico, o gestor executivo Comercial da LOGCP, Guilherme Gramiscelli Trotta, nos traz um panorama do mercado de condomínios logísticos e explica os motivos do desempenho da LOGCP.
Boa leitura!

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