Instabilidade econômica não breca otimismo

Companhias do setor acreditam que certificados de sustentabilidade serão cada vez mais importantes e que o mercado ainda tem muito a crescer nos próximos anos.

Os condomínios logísticos representam uma diminuição real de custos por compartilharem despesas como segurança, portaria, alimentação, etc. Esta redução de custos é uma meta permanente das empresas, principalmente em época de crise. Atualmente, várias empresas estão estudando uma relocação para um imóvel onde possam atingir o objetivo de economizar.

Como os condomínios são modernos e construídos com características que visam a otimizar a movimentação de carga, eles acabam propiciando uma significativa redução nos custos operacionais. Estes fatores e a necessidade de descentralizar a distribuição têm provocado um movimento de procura por condomínios logísticos, mesmo em um período de redução da atividade econômica como o que passamos atualmente.” A visão positiva de Jaime Emilio Galperin, diretor de negócios da Top Imóveis (Fone: 41 2105.0505), apesar do período de instabilidade econômica atual, é partilhada por grande parte do mercado de condomínios logísticos.

Segundo Galperin, na grande Curitiba, PR, por exemplo, ainda há alta taxa de vacância, impulsionada pela entrada de muitos condomínios
novos no mercado. No entanto, a taxa teve uma redução significativa no ano de 2014, causada pela necessidade de descentralização da distribuição.

“Empresas que antes distribuíam seus produtos de grandes centros, como São Paulo, estão instalando Centros de Distribuição em Curitiba para atingir seus clientes no Sul do Brasil, aproveitando a posição logística privilegiada da capital, além da disponibilidade, na região, de mão de obra qualificada e com custos menores do que os de grandes centros”, analisa.

Em termos de perspectivas para o segmento em médio prazo, o profissional afirma que o país está entrando na era da sustentabilidade nos edifícios, sendo que cada vez mais a certificação dos prédios como “Green Building” será exigida pelos ocupantes. E isso não ocorrerá somente para os condomínios de capital estrangeiro, que têm no seu país de origem uma obrigação com seus acionistas e consumidores, mas também pelas empresas de capital nacional que se veem pressionadas por seus consumidores internacionais a adotar práticas sustentáveis. “Um nicho de mercado que está crescendo significativamente é o de e-commerce. A facilidade de compras pela internet faz com que consumidores,
em todos os lugares do país, possam ter... Leia mais no link abaixo. Visualizar Notícia em pdf
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